FIINSA reúne em Manaus mais de mil participantes de diversas partes do mundo para discutir negócios e sustentabilidade

Mais de 47 atividades, 202 pessoas convidadas, entre painelistas, moderadores, anfitriões e facilitadores, e mais de mil inscritos de diversas partes do mundo participam da quarta edição do Festival de Investimentos de Impacto e Negócios Sustentáveis da Amazônia (FIINSA), que acontece nesta quarta e quinta-feira, dias 4 e 5 de novembro, no Manaus Plaza Centro de Convenções, localizado na avenida Djalma Batista, Chapada, zona Centro-Sul.

O evento reunirá investidores, empreendedores, lideranças indígenas e comunitárias, pesquisadores e representantes de organizações públicas e privadas para discutir os caminhos da chamada Nova Economia da Amazônia.

Leia também: FIINSA: Imersões mostram, na prática, como uma nova economia está sendo construída na Amazônia

Com o tema “O futuro aponta para o Norte”, o festival é realizado pelo Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) e pelo Impact Hub Manaus. O objetivo é aproximar quem desenvolve negócios sustentáveis na região de investidores, compradores e instituições capazes de contribuir para sua expansão, fortalecendo atividades econômicas que gerem renda e oportunidades sem comprometer a conservação da floresta.

Serão seis trilhas temáticas: Enraizar, dedicada aos negócios comunitários; Escalar, sobre negócios de impacto na Amazônia; Regenerar, voltada ao clima e aos serviços ambientais; Inovar, sobre tecnologia e dados; Estruturar, que abordará políticas públicas e território; e Encantar, dedicada à economia criativa, ao turismo e à cultura.

Diálogos para superar desafios

Além dos painéis tradicionais, o FIINSA terá formatos próprios de discussão. Um deles é o “Pontos de Partida”, no qual convidados apresentam questões iniciais para orientar os debates de cada trilha temática.

Outro é o “Bodó na Sala”, dedicado a conversas sobre problemas e tensões que dificultam o avanço dos negócios sustentáveis. O nome faz referência ao peixe amazônico conhecido pela couraça resistente e traduz a proposta de enfrentar questões que nem sempre encontram espaço nos debates convencionais.

Uma das atividades centrais será a “Conversas que Movem”, dinâmica de inteligência coletiva que colocará os participantes em contato direto com 20 lideranças ligadas à floresta e à economia amazônica.

Economia criativa e negócios da floresta

A economia criativa também estará presente em diferentes momentos do festival, com destaque para o trabalho de mulheres micro e nanoempreendedoras amazônicas.

Outra atração será o Mercado FIINSA, que reunirá 49 marcas comercializando alimentos, cosméticos, peças de arte, moda e produtos de bem-estar. O espaço permitirá ao público conhecer e adquirir produtos desenvolvidos a partir da biodiversidade, dos conhecimentos tradicionais e da criatividade de empreendedores amazônicos.

Foto: divulgação

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