Manaus, 14 de abril de 2024

Após determinação do CNJ, Ministério Público inspeciona área de manifestação em Manaus

Após o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinar medidas coercitivas para sanar irregularidades praticadas por participantes de manifestações antidemocráticas que ocorrem em todo o país, e no Amazonas, concentram-se na Ponta Negra, zona Oeste de Manaus, o Ministério Público do Amazonas (MPAM), representado pelas promotoras de Justiça da Infância e Juventude, Nilda Silva de Sousa e Silvana Cavalcanti, realizou, no último sábado, 19, inspeção em frente ao CMA (Comando Militar da Amazônia).

A inspeção do MP teve por objetivo verificar a situação de crianças e adolescentes encontradas no local, com o apoio do Procurador-Geral de Justiça, Alberto Rodrigues do Nascimento Júnior.

“Em atenção ao preceito constitucional sobre a promoção, a proteção e a defesa do direito das crianças e adolescentes, o Ministério Público do Amazonas realiza ações e serviços que possam garantir o cumprimento da legislação. Assim, ele avança de forma consistente na consolidação da rede de cuidados regionalizada, hierarquizada e integrada”, explicou o PGJ.

Após determinação feita pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ao Juízo da Infância em todos os estados brasileiros para adoção de medidas coercitivas visando sanar possíveis  irregularidades, a magistrada, Rebeca Mendonça, Juíza da Infância e da Juventude Cível, solicitou aos Órgãos pertencentes à Rede de Proteção ação conjunta para dar cumprimento à decisão do Juízo Federal. Para a garantir a segurança da Inspeção e dos protestantes, o Secretário de Segurança do Estado, General Carlos Alberto Mansur, apresentou estratégias de abordagem antes da operação.

Segundo a Promotora de Justiça, Nilda Silva de Sousa, a fiscalização foi realizada com êxito e no local não foi constatada nenhuma situação que pudesse constituir violação de Direitos.

“Encontramos quatro crianças que estavam acompanhadas dos pais, devidamente alimentadas,  higienizadas e em local ventilado,” relatou a Promotora de Justiça.

Na situação, os responsáveis pelas crianças receberam orientações quanto aos riscos e consequências de manutenção naquele ambiente.

“Fomos informadas de que as crianças que estavam no acampamento não pernoitavam e que a permanência era temporária. Além disso, também haviam idosos que demonstraram contentamento por integrarem o respectivo acontecimento”, informou Silvana Cavalcanti, Promotora de Justiça.

Participaram da ação a Defensoria Pública; Conselhos Tutelares; Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (SEJUSC); Secretaria da Mulher, Assistência Social e Cidadania (SEMASC); Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMMAS); Polícias Federal, Civil e Militar; Corpo de Bombeiro e DETRAN.

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