O Amazonas é o estado brasileiro que figura no topo da lista com o maior número de mortes de jornalistas por Covid-19, durante a pandemia, que teve seus maiores picos nos anos de 2020 e 2021 na unidade federativa. De acordo com a Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento, 13,02% dos 93 profissionais da área, que foram a óbito no País, em decorrência de infecções ocasionadas pelo coronavírus, residiam no Estado, o equivalente a 14 pessoas. O dado foi divulgado pelo portal acritica.com , no último sábado, 7, em reportagem do jornalista Michael Douglas.
Nomes conhecidos, como os dos jornalistas Agnaldo Oliveira e Izinha Toscano, estão na lista das vítimas da Covid-19. O Amazonas, que tem uma população estimada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 4,26 milhões de habitantes, registrou número de mortes equivalente ao estado de São Paulo, cuja população estimada é de 46,64 milhões de habitantes.
A pesquisa é de autoria do jornalista e pesquisador Rômulo D’Castro, que atua no Pará, e teve como propósito enfatizar a importância da profissão, considerada essencial em qualquer cenário.
Dados da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) mostram que foram vítimas da Covid-19, no Amazonas, os seguintes jornalistas: Roberto Augusto dos Santos (61), Eledilson Colares (57), Altair Costa (54), José Honório Garcia Rocha (56), Ulysses Paulo de Athayde Marcondes (46), Agnaldo Oliveira (44), Izinha Toscano (31), Francis Batista de Carvalho (49), Israel Pinheiro (38), Ali Jesini (77), Adamor Santana Liberal de Jesus, Marcelo Bennesby (51), Carlos Araújo e Antonio Freire Toga (67). A lista não inclui possíveis subnotificações.






