Neste sábado (14/03), a 2ª edição do Samba na Malandragem promete animar o Centro de Manaus. Com atrações diversas e início marcado para às 16h, o evento acontece na Casa Cultural Ayédùn, por meio do projeto sociocultural Bar Encruzilhada, localizado na rua Ferreira Pena, n° 145. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente por R$ 15, por meio do WhatsApp (92) 98251-5445, ou na portaria, no dia do evento, por R$ 25.
Nesta edição, a festa se fortalece e conta com novas atrações musicais. Iniciando às 17h, o grupo de samba e pagode Réu Confesso revisita os clássicos de Macumba e da música popular brasileira, marcados pela síncope do samba. Às 19h, entra em cena o Dj Markito, ex-integrante dos projetos Alaídenegão e Cauxi Eletrizado, trazendo a memória dos grandes padrinhos e madrinhas do samba nos discos de vinil.
A partir das 21h, o palco do Encruzilhada será tomado pelo “Trava no Samba”, projeto das artistas Sìsí Rolim e Fêfa Carmim, que une música e interpretações cênicas inspiradas em diferentes estilos do samba.
Cultura e resistência
Organizado pela Casa Cultural Ayédùn, certificada, pelo Ministério da Cultura (MinC), como Ponto de Cultura na capital amazonense, o evento busca ampliar seu público ao trazer a festa para sua sede no Centro da cidade, por meio do projeto sociocultural Bar Encruzilhada. O espaço tem o apoio do Governo do Estado, do Fundo Estadual de Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, bem como do Governo Federal.
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Segundo a sacerdotisa Ìyá Ayédùn, presidente da Casa Cultural, a diversão, a música e a arte também são ferramentas de resistência.
“A malandragem é uma linha de espíritos que trabalha com a energia da alegria para que a gente tenha a capacidade de continuar vivendo, sobrevivendo e resistindo, perante todas as dificuldades. Essa festa é isso, uma lembrança, uma memória, de que, mesmo com as dificuldades, é possível continuar vivendo de uma forma leve e boa”, explicou a sacerdotisa.
Valorizando a temática, além da decoração, o evento terá um cardápio especial com comidas que remetem às oferendas dos malandros, como a “Farofa da Malandra”, feita com farinha, ovo e dendê.
Para Iyá Ayédùn, muito além da estética, a diversão com segurança é uma prioridade para os organizadores do evento. “É uma festa que celebra a cultura preta, que traz os ritmos do samba, que traz o poder da comunidade, que vem pra reforçar que podemos nos divertir, socializar, em espaços seguros. O que nós propomos é isso: um ambiente seguro. É um momento pra diversão plena em contato com essa cultura”, finalizou a presidente da Casa Cultural.
O evento também conta com uma lista de ingressos sociais, com vagas limitadas. Para mais informações: @barencruzilhada (Instagram) ou 92 98251-5445 (WhatsApp).
TEXTO: Divulgação / Casa Cultural Ayédùn
FOTOS: Luiggi Bacelar






