Mortes de 22 cavalos são investigadas em Manaus e Presidente Figueiredo

Já chega a de 22 o número de cavalos mortos na cidade de Manaus e região metropolitana (armam). Desses, doze foram a óbito no haras Nilton Lins, no bairro de Flores, e oito no bairro de Tarumã, na capital amazonense.

As outras duas mortes foram registradas no municipio de Presidente Figueiredo, a 107 quilômetros da capital.

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O delegado da Geral da Polícia Civil do Amazonas, Guilherme Torres, em entrevista coletiva, deu detalhes da investigação:

“A principal suspeita é intoxicação alimentar. As equipes compareceram aos locais em que houve a morte desses animais. Os peritos estão analisando. O laudo está sendo elaborado. É uma situação um pouco complexa porque são vários animais e está sendo analisada a qualidade do feno, mas também o armazenamento, a distribuição, a produção desse alimento.”

O delegado disse ainda que foi descartado algum tipo de doença por falta de vacinação. 

A investigação da morte dos animais começou após a denúncia da morte de doze cavalos, nos últimos sábado (4) e domingo (5), no haras Nilton Lins. As mortes foram denunciadas à policia e às autoridades sanitárias pelos donos dos animais que exigem uma explicação para o ocorrido para uma possível ação indenizatória

Em nota, quando os óbitos somavam três no Haras Nilton Lins, a direção informou, via assessoria, que as mortes ocorreram por um possível contato com uma toxina.

“Diante do fato, ao identificarmos os primeiros sintomas, tomamos todas as medidas necessárias para proteger os demais animais e controlar a situação”.

Entre as providências adotadas pelo haras, estão:

  1. Isolamento da área afetada: A área identificada como potencial fonte de contaminação foi imediatamente isolada para evitar qualquer propagação.
  2. Atendimento veterinário especializado reforçado: Todos os animais estão sob monitoramento contínuo de uma equipe de médicos veterinários altamente qualificados, com suporte de farmacêuticos clínicos.
  3. Desinfecção rigorosa: O local está sendo submetido a um processo minucioso de limpeza e desinfecção.
  4. Troca de insumos alimentares: Foi feita a substituição imediata da ração fornecida aos animais, como medida preventiva adicional.
  5. Monitoramento constante: Garantimos vigilância 24 horas para acompanhar a saúde dos demais animais.

“Enfatizamos que lamentamos profundamente as perdas e estamos empenhados em assegurar que situações como esta não se repitam. Estamos colaborando com as autoridades competentes, uma vez que a Unidade Local de Sanidade Animal e Vegetal (ADAF) já foi comunicada e está conduzindo uma investigação detalhada para identificar a origem exata da toxina, além de fortalecer nossos protocolos preventivos”.

*Com informações de VICTOR LITAIFF – RÁDIO ENCONTRO DAS ÁGUAS e da assessoria do haras Nilton Lins.

Foto: Canva / Banco de imagens

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