A família do ex-governador do Amazonas, Amazonino Mendes, analisa se trará ou não o corpo do político para Manaus para ser cremado. Ele morreu no último domingo, 12, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, unidade em que estava internado desde novembro do ano passado, com um breve intervalo de alta médica antes de retornar e acabar tendo um quadro de pneumonia agravado.
Segundo nota da assessoria, o corpo deve permanecer na capital paulista por, pelo menos, três dias, para ser embalsamado. O processo garante que o corpo fique preservado por mais tempo.
Sendo assim, o local de um possível velório continua indefinido.
Amazonino acumulou cerca de 40 anos dedicados à política. Foi o único político a governar o Amazonas por quatro vezes e ocupou por três vezes a cadeira de prefeito de Manaus, além de ter representado o Estado no Senado Federal. Ele nasceu em Eirunepé, interior do Amazonas, e tinha 83 anos.






