Por Ana Carolina Barbosa – do Amazônia Plural
O Amazonas registrou 2.073 focos de queimadas, nos primeiros oito dias de outubro, número 37,9% maior que as 1.503 ocorrências registradas no mesmo período de 2022, apontam dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas espaciais). O maior volume registrado neste período, segundo a série histórica, ocorreu em 2009, com 2.409 focos.
Em setembro, o Estado registrou 6.991 focos de queimadas, o segundo maior volume para o período, nos últimos 25 anos. Ou seja: desde o início da série histórica, em 1998. O maior volume para o mês ocorreu em 2022, com 8659 ocorrências.

De 1o de janeiro a 8 de outubro, o Amazonas contabilizou 16.875 focos de queimadas, detectados a partir dos satélites de monitoramento do Inpe. O número parcial já é o segundo maior em 25 anos, perdendo apenas para 2022 que, de janeiro a dezembro, somou 21.217 focos.
Apesar disso, no acumulado do ano, os focos ocorridos no Estado representam 13% a menos que os registros de 2022, de 1 de janeiro a 8 de outubro, o quais totalizaram 13.390, à época.
Amazônia
Já a Amazônia contabilizou, de acordo com o Inpe, 64.413 focos de queimada, 30% a menos que os 92.778 registrados ano passado. Somados todos os biomas brasileiros, o número é elevado para 122.817, ou, 22% a menos que no ano anterior.







