*Ana Carolina Barbosa – da Redação
O número de focos de queimadas na Amazônia, apresentou leve redução de 1% em fevereiro deste ano, no comparativo com o mesmo período de 2022. Segundo os satélites do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), foram 1.787 focos neste ano contra 1.810 no ano passado.
Apesar do período sazonal, que traz mais chuvas à região, também conhecido como inverno amazônico, a Amazônia continua concentrando o maior volume de queimadas entre os biomas brasileiros, conforme o monitoramento do INPE, seguida do Cerrado, com 1.294; Caatinga, com 664; Mata Atlântica, com 559; Pampa, com 122 , e Pantanal, com 30.

Foram 4.456 focos ao todo, sendo 40% deles, só na Amazônia. A tabela comparativa dos dados dos seis biomas mostra que houve uma redução de 5% no volume total de focos de queimada em fevereiro deste ano no bioma.
Amazônia Legal
No caso da Amazônia Legal, composta por nove estados brasileiros, o Acre e o Amazonas foram as unidades federativas do grupo com as maiores reduções nos percentuais de queimadas, com queda de 70% e 43%, respectivamente. O Acre também foi o estado brasileiro com a maior retração nos focos registrados pelos satélites de monitoramento.
Eles vêm seguidos de Rondônia, com redução de 28%; Mato Grosso, com queda de 26%; Acre, que teve recuo de 11% e Roraima, com queda de 5%. Pará, Maranhão e Tocantins registraram aumentos significativos de 55%, 48% e 35%, respectivamente.

No Amazonas, o número de focos caiu de 175 para 99. Já o Pará, com o maior aumento, passou de 272 para 424.
No ranking geral, Paraíba e Ceará obtiveram os maiores aumentos percentuais no período, com 327% e 319% (94 e 243 focos). As maiores reduções ocorreram nos estados






