O último balanço das autoridades aponta que as mortes em decorrência do terremoto ocorrido há oito dias na Turquia, com impactos na Síria e adjacências, já chegam a 35 mil. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o número por ser duplicado nos próximos dias. As buscas por sobreviventes continuam, com maior abrangência na Turquia, já que na Síria, o acesso de socorristas enviados por outros países tem sido dificultado.
Os tremores registrados tiveram magnitude 7.8 e 7.5 na escala Richter e deixaram um cenário de devastação nas cidades afetadas. São 31.643 mortes na Turquia e 3.581 na Síria até a manhã desta segunda-feira, 13/02.
A ajuda humanitária e de resgate corre contra o tempo nas regiões afetadas, numa tentativa de salvar eventuais
sobreviventes.
Na síria, a guerra civil no território afetado pela catástrofe, no noroeste do país, agrava a insegurança da ajuda vital. A região está sob controle de forças rebeldes. Os Estados Unidos (EUA) pediram aos adversários na Síria que concedam passagem imediata à assistência humanitária, mas o grupo que controla a região tem apresentado resistência.
O chefe de ajuda da ONU, Martin Griffiths, está na Turquia acompanhando os trabalhos de resgate e deve visitar a Síria em seguida.
A fronteira que divide a Turquia e a Armênia reabriu pela primeira vez, em 35 anos, para receber ajuda às vítimas do terremoto.






