*Ana Carolina Barbosa – Da Redação
Entre 2019 e 2022, período em que Jair Bolsonaro (PL) figurou como presidente do Brasil, o bioma Amazônia, considerado um dos amis importantes do Planeta, registrou 381.480 focos de queimadas, 16,4 mil a mais que no quadriênio anterior. Entre 2021 e 2022, houve um aumento de 53,19% nesse tipo de ocorrência na região, passando de 75,09 mil para 115,03 mil, apontam dados do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
O ano de 2022 registrou o maior volume de focos de queimadas detectados por satélite de referência do INPE, desde 2011. Agosto e setembro foram os meses com os maiores números de ocorrências: 33.116 e 41.282, respectivamente.
A Amazônia foi a campeã em registros desse tipo de ocorrência, em 2022, com 34,18% a mais em número de focos de queimadas, que a soma dos outros cinco biomas. Pampa, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Cerrado somaram 85.730 registros, conforme os satélites do INPE.
Segundo o MapBiomas, Um estudo divulgado pelo Projeto MapBiomas, com base em imagens de satélite, entre 1985 e 2020, mostrou que em cada um dos 36 anos o Brasil queimou uma área maior que a da Inglaterra: foram 150.957 km² por ano, ou 1,8% do país. Parte das queimadas, segundo especialistas, é causada por ação humana.
Veja a seguir o quadro com a série histórica:







