Equador proíbe exploração de Petróleo em parte da Amazônia

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, e os chefes de missões diplomáticas à Amazônia Oriental, fazem sobrevoo para a sobre a Floresta Nacional de Carajás e visita à mineradora Vale.

O Equador aprovou, na última segunda-feira, 22, através de referendo, a proibição de extração de petróleo em parte da Amazônia – na reserva Yasuni – e a mineração em uma floresta nas proximidades de Quito. Lideranças indígenas e ambientalistas apoiaram as medidas.

No balanço geral, 59% foram a favor da proibição da exploração de petróleo e 68%, a favor da proibição de mineração na floresta Choco andino.

No caso do petróleo, a empresa que pratica exploração, a estatal Petroecuador, tem o prazo de um ano para encerrar as atividades no bloco 43-ITT. No entanto, dois outros blocos na região não foram afetados pelo referendo.

O resultado dos referendos aponta a investidores “incluindo os principais bancos dos EUA e gestores de ativos, de que a era da extração descontrolada de recursos está chegando ao fim”, disse Kevin Koenig, do grupo de defesa Amazon Watch.

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