Governo do Equador decreta emergência após assassinato de candidato de candidato

O presidente do Equador, Gullermo Lasso, decretou estado de emergência após o assassinato do candidato presidencial Fernando Villavicencio, 59, na noite da última quarta-feira, 9, durante uma agenda de campanha no Norte de Quito. Ele era o segundo nas intenções de voto. O decreto é válido por 60 dias. Villavicencio levou três tiros na cabeça. O decreto também inclui três dias de luto oficial.

O vídeo do atentado circulou no final da noite de ontem, nas redes sociais, e chocou a população do país sul-americano.

Villavicencio, que era deputado, era crítico do crime organizado e da corrupção no País. Ele havia sido condenado há 18 anos de prisão por críticas a um ex-chefe de estado, Rafael Correa, e deixou o Equador, para pedir asilo no Peru.

Villavicencio era jornalista e um dos oito candidatos à presidência nas eleições gerais antecipadas no Equador, que devem ocorrer em dez dias. O atentado deixou nove feridos. Há relatos de pelo menos 30 tiros disparados.

Um suspeito de assassinar o candidato foi morto na prisão. O nome não foi revelado.

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