Manaus, 14 de abril de 2024

Mesmo com população menor, mortalidade infantil na gestão de Eduardo Braga era maior que a atual

A taxa de mortalidade infantil no Amazonas passou de 20,6, em 2010, último ano da gestão do então governador Eduardo Braga (MDB), para 17,9, em 2019, primeiro ano do mandato do atual governador Wilson Lima (União Brasil). A taxa considera cada grupo de mil nascidos vivos e a redução foi de 2,7 mortes, comparando os dois exercícios, apontam dados do Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde, vinculada ao Ministério da Saúde, sobre Mortalidade Infantil no Brasil. Não há dados de 2020 e de 2021.

DataSus/TabNet

A mortalidade em 2010 era 15% maior mesmo com uma população 14,2% menor. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Amazonas tinha uma população de 3,55 milhões de habitantes em 2010. Já em 2019, a estimativa era de 4,14 milhões de habitantes no Estado.

De acordo com o TabNet do DataSus (Sistema de dados do Ministério da Saúde), o número absoluto de óbitos infantis apresentou redução significativa entre um ano e outro. Em 2010, foram registrados 1.156 mortes infantis por causas diversas no Amazonas. Em 2020, ja na atual gestão, as mortes dessa parcela da população foram 11,76% menores, somando 1020. Não há dados de 2021 e 2022.

DataSus/TabNet

Ainda conforme o DataSus, entre 2019, quando Wilson Lima assumiu o Governo do Amazonas, e 2020, houve uma queda nos óbitos infantis de 16,18%, passando de 1.217 para 1.020. Em 2010, Braga deixou o governo em março, sendo substituído por Omar Aziz. Um ano antes, em 2019, quando Braga governou por um ano completo, o número de mortes infantis foi 1.241, maior 7,35% que no ano seguinte.

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